Como organizar o dia em torno do salto
Manhã, tarde, noite
Salte, depois fique na ilha, depois a torre — e o deserto num segundo dia.
Manhã: o salto. Primeiro horário, para o ar calmo e a vista desimpedida da ilha. Está de volta ao chão a meio da manhã, com a adrenalina ainda a correr e um conjunto de fotografias que ninguém em casa vai acreditar.
Final da manhã: fique na Palm. O passadiço, a praia, o Atlantis. Estar de pé sobre aquilo para onde acabou de cair é uma sensação genuinamente estranha e boa, e não custa nada.
Tarde: o Burj Khalifa, ou a água. Subir 828 metros depois de sair a quatro mil coloca a torre numa perspectiva estranha, o que é metade da graça. Se for altura a mais para um só dia, a Marina e o JBR ficam a dez minutos.
E noutro dia: o deserto. Um balão ao amanhecer ou um safari à tarde. Fica a quarenta e cinco minutos para o interior e é a outra metade daquilo que este país tem para mostrar.